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História da VII

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História da VII

 

 Origens:

 

     Durante anos a Organização VII mantém sua missão de observar o mundo e interferir quando necessário para garantir a ordem.

     Sua origem em parte é um mistério até hoje. Mesmo os arquivos históricos preservados estão incompletos.

     Eles dizem que a séculos atrás, um grupo de poderosos guerreiros, conhecidos como “Os Sete”, se uniram. Juntos formaram uma sociedade secreta, de nome Organização VII, e utilizando seus recursos permaneceram no anonimato, travando suas guerras secretas embaixo dos olhos de todos.

     A partir daí não foi possível reconhecer mais da história passada da VII. Acredita-se que Os Sete, após achar que sua missão no mundo estava cumprida, encerraram as operações da Organização VII e desapareceram com ela. Até o dia que fosse necessária novamente.

     Muitos anos depois, o descendente de um dos sete guerreiros descobriria a verdade. Seu nome era Alexander Eisenheim I, e seu destino, reviver a organização.

 

 Guerra Civil:

 

     O período de maior glória da VII chegou em meio a guerra travada na República de Schwartzwald entre os rebeldes e os militares.

     Com a aliança da VII, o império facilmente aniquilava as forças inimigas nessa violenta guerra. Porém algo inesperado aconteceu. Subitamente a Organização VII mudou de lado, se aliando aos rebeldes. Esse movimento pegou a república de surpresa e garantiu a vitória da resistência.

     Por alguns anos a VII se tornou uma força perfeita, mas com essa fama, seu conceito de sociedade secreta foi se perdendo. E esse foi seu erro. Os anos seguintes foram marcados por um evento em particular, a aparição da Corporação Rekenber.

 

 A queda:

 

     Sob o comando de Eisenheim I a VII cresceu como nunca. Agora já era hora de passar a adiante. Seu filho, Alexander Eisenheim II assumia o comando. Mas o destino era cruel.

     A Rekenber, liderando um ataque surpresa mostrou seu verdadeiro lado e conseguiu destruir a popular VII. Suas vítimas foram muitas, porém houveram 3 sobreviventes: Alexander que foi capturado, sua filha que havia sido mandada para ser criada na igreja de Prontera e a filha de um grande amigo de Eisenheim.

     Capturado, o regente foi torturado pela nefasta Rekenber. O tempo que passou sob custódia deles o mudou completamente. Finalmente um dia ele escapou e simplesmente sumiu.

 

 Renascimento:

 

     Sarah Eisenheim, a filha de Alexander finalmente saia da igreja, começando seu treinamento como noviça. O destino a fez cruzar com Déborah Slyther, filha órfã do amigo de Alexander e a terceira sobrevivente da queda da VII. Juntas elas se tornaram mais unidas que irmãs e iniciam a busca pelo Eisenheim.

     Em suas viagens elas o encontraram em péssimas condições do lado de fora do bar de Einbech. Sua aparência era lamentável, ele tinha perdido as esperanças quando fracassou com a VII.

     Durante alguns meses as duas cuidaram do velho, até o dia que um homem misterioso deu a elas uma pedra Emperium. As duas a mostraram para Alexander e isso fez com que seu espírito de guerra voltasse. Ele começaria de novo, dessa vez iria mais longe e não falharia com a Organização VII. E assim foi.

 

O crepúsculo:

 

     A VII atual manteve seus padrões originais de ser secreta. Seu principal inimigo era a Rekenber e nunca tiveram um bom relacionamento com a coroa de Rune-Midgard.

     Mas tudo isso mudou quando Surtr comandou seus seguidores na conhecida Guerra do Crepúsculo. A VII teve um papel fundamental na vitória. A ultima bala que o regente disparou foi a responsável pela queda do Mestre-Ferreiro Hrymm. Mas isso veio com o preço da vida de Eisenheim. Entretanto, com a ajuda da Yggdrasil dourada, o guardião Vili recuperou a vida de Alexander. Seu corpo rejuvenesceu alguns anos e seu tempo de vida ficou estabelecida com 30 anos contados.

     Ao final dessa guerra, Eisenheim foi reconhecido como nobre, se casou com a elfa Neece e ambos se tornaram condes de Rune. Assim a VII criou uma aliança com a coroa.

 

A ruína de Morroc:

 

     A VII teve outro grande papel durante a aparição do Imperador Morroc. Sua identidade foi mantida em sigilo, o clã só se apresentou a rainha nos momentos de crise, porém aos olhos de todo o resto, eram só mais um grupo de aventureiros. O regente, junto de seus melhores magistrados como Lothar, Link, Debi e Kuro. Com a aliança da Ordem do Trovão e outros clãs, lutaram bravamente.

    Infelizmente, a ressurreição do lorde não pode ser impedida, mas ao menos ele ainda está preso na cratera. As pessoas com medo seguem suas vidas acreditando que ainda existam salvadores...

 

O exílio:

 

     Após a batalha por Morroc, o Regente subitamente desapareceu dizendo apenas que iria para a distante Maroll. Suas ultimas palavras foram a Lothar, vulgo, VermillionZ: "Hora de aprender na marra". Ninguém esperava que ele desaparece do nada e que deixa-se tudo nas mãos do templário.

     Embora nunca se viu como um lider, na ausência do seu, aprendeu na marra a ser um. Contando com a ajuda de Link, ambos carregaram adiante as atividades do clã até os dias atuais.

     Todos os dias os sentinelas e magistrados se perguntam: “Quando ele voltará?”. Essa resposta pode estar bem próxima...

 

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